“Imprimamos na nossa própria vida o selo da eternidade. Este pensamento tem mais peso de conteúdo do que todas as religiões, que desprezam esta vida como fugidia e nos instigam a olhar para a «outra» vida, assaz mal definida...”
“Alguns nascem póstumos (...) Eu estaria em completa contradição comigo mesmo se já esperasse hoje encontrar ouvidos e 'mãos' prontos para 'minhas' verdades; que hoje não se ouça nada de mim, que hoje não se saiba tirar nada de mim, isto não é apenas compreensível, mas me parece até mesmo normal.”