“Aquele que se sabe profundo esforça-se por ser claro; aquele que gostaria de parecer profundo à multidão esforça-se por ser obscuro. Porque a multidão acredita ser profundo tudo aquilo de que não pode ver o fundo. Tem tanto medo! Gosta tão pouco de se meter na água!”
“Se é verdade que coisas há que nos são desconhecidas, verdade é também que o Homem nos é desconhecido. A que correspondem então «aprovação» e «reprovação»?”