“Tenho por primeiro princípio: não há fenómenos morais, mas sim uma interpretação moral desses fenómenos. Essa mesma interpretação não é, por si, de origem moral.”
“Tudo aquilo que é da minha espécie, na natureza e na história, fala-me, louva-me, encoraja-me, consola-me: o resto não o entendo, ou esqueço-o imediatamente. Nunca estamos senão em nossa própria companhia.”