“O amor revela as qualidades sublimes e ocultas do que ama, - o que nele há de raro, de excepcional: nesse aspecto facilmente engana quanto ao que nele há de habitual.”
“Quando se quer agitar a multidão não devemos ser os nossos próprios comediantes? Não devemos necessariamente transportarmo-nos em primeiro lugar a nós mesmos para o plano de uma precisão grotesca para nos darmos e a nossa causa e toda a nossa personagem sob essa forma simplificada e aumentada?”