“Quem julga pelo que ouve e não pelo que entende, é orelha e não juiz.” (Francisco de Quevedo)
“As culpas da casa alheia todos as acreditamos; as da própria poucos as vêem pouco, porque têm nos olhos todas as vigas dos tectos.”
(Francisco de Quevedo)
“O avarento mais preferiria que o sol fosse de ouro para o cunhar, do que ter luz para ver e viver.”
“O dinheiro é o que primeiro se acaba, se não se tem cuidado nele.”
“O gosto de contentar um amigo é um demónio tentador.”
Filósofos da História