“Ai as almas dos poetas” (Florbela Espanca)
“Li um dia, não sei onde, Que em todos os namorados Uns amam muito, e os outros Contentam-se em ser amados.”
(Florbela Espanca)
“Digo o que penso e, muito simplesmente enuncio factos pois que, apesar de poetisa, ligo bem maior importância aos factos do que às palavras por bonitas que sejam. Palavras são como as cantigas: leva-as o vento.”
“Quero voltar! Não sei por onde vim? Ah! Não ser mais que a sombra duma sombra Por entre tanta sombra igual a mim!”
“Tão pobres somos que as mesmas palavras nos servem para exprimir a mentira e a verdade”
Filósofos da História