“Eu não sei o que o amanhã trará. É a última frase escrita no idioma no qual foi educado, o inglês: I know not what tomorrow will bring (Eu não sei o que o amanhã trará).”
“Para quê olhar para os crepúsculos se tenho em mim milhares de crepúsculos diversos - alguns dos quais que o não são - e se, além de os olhar dentro de mim, eu próprio os sou, por dentro?”
“Sabemos bem que toda a obra tem que ser imperfeita, e que a menos segura das nossas contemplações estéticas será a daquilo que escrevemos. (Bernardo Soares)”