“O meu coração quebrou-se Como um bocado de vidro Quis viver e enganou-se...” (Fernando Pessoa)
“A aranha da minha sorte Faz teia de muro a muro... Sou presa do meu suporte.”
(Fernando Pessoa)
“É por isso que tomo ópio, é um remédio. Sou um convalescente do momento, moro no Rés do chão do pensamento e ver passar a vida faz-me tédio.”
“Quem vê é só o que vê, Quem sente não é quem é, Atento ao que sou e vejo, Torno-me eles e não eu.”
“A volúpia do ódio não pode igualar-se à volúpia de ser odiado.”
Filósofos da História