“O homem vulgar, por mais dura que lhe seja a vida, tem ao menos a felicidade de a não pensar.” (Fernando Pessoa)
“Matar o sonho é matarmo-nos. É mutilar a nossa alma. O sonho é o que temos de realmente nosso, de impenetravelmente e inexpugnavelmente nosso.”
(Fernando Pessoa)
“É por isso que tomo ópio, é um remédio. Sou um convalescente do momento, moro no Rés do chão do pensamento e ver passar a vida faz-me tédio.”
“Irrita-me a felicidade de todos estes homens que não sabem que são infelizes.[...] Por isto, contudo, amo-os a todos. Meus queridos vegetais! (Bernardo Soares)”
“A delicadeza deve concluir-se, e não ver-se. (...) A grosseria só começa quando começa a delicadeza; e o impudor desde que o pudor exista.”
Filósofos da História