Frase de Fernando Pessoa

Todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas. Também escrevi em meu tempo cartas de amor. Como as outras, ridículas...
(Fernando Pessoa)

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A criança que fui chora na estrada. Deixei-a ali quando vim ser quem sou. Mas hoje, vendo que o que sou é nada, Quero ir buscar quem fui onde ficou.

(Fernando Pessoa)

O autor destas linhas [...] nunca teve uma só personalidade, nem pensou nunca, nem sentiu, senão dramaticamente, isto é, numa pessoa, a personalidade, suposta, que mais propriamente do que ele próprio pudesse ter esses sentimentos.

(Fernando Pessoa)

Compreendo que um homem seja orgulhoso; não compreendo que mostre sê-lo.

(Fernando Pessoa)

O mundo é de quem não sente. A condição essencial para se ser um homem prático é a ausência de sensibilidade.

(Fernando Pessoa)