“Amar é respirar devagar, soletrar o sopro, para não acordá-la dormindo no meu peito” (Fabrício Carpinejar)
“Quem não chegou a uma estação tarde de si, a pressentir que o último ônibus passou?”
(Fabrício Carpinejar)
“Quando a gente gosta, a gente começa emprestando um livro, depois um casaco, um guarda-chuva, até que somos mais emprestados do que devolvidos. Gostar é não devolver, é se endividar de lembranças.”
“Não é um conto de fadas: todo conto de fadas tem um início triste e um final feliz. Quando o início é muito feliz, cuidado com o final triste.”
“Gastei todas as minhas mentiras na paixão. Gastei todas as minhas verdades no amor. O que sobrou sou eu.”
Filósofos da História