Frase de Eça de Queiroz

Os tristes, os deserdados, os pobres, os oprimidos, quando tudo lhes falta, o pão, o lume, o vestido, têm sempre, no fundo da alma, uma cantiga pequena que os consola, que os aquece, que os alegra. É a última coisa que fica no pobre. E então a cantiga vale mais do que todos os poemas.
(Eça de Queiroz)

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E agora definia a consciência... segundo ele, era o medo da polícia... isto da consciência é uma questão de educação. Adquire-se como as boas maneiras.

(Eça de Queiroz)

A inquietação pela desconfiança de que se não é suficientemente amado - é já uma das mais certas provas de que se ama um pouco, ou de que se começa a amar um pouco.

(Eça de Queiroz)

Os diletantes são-no geralmente de ideias ou de emoções - porque para compreender todas as ideias ou sentir todas as emoções basta exercer o pensamento ou exercer o sentimento, e todos nós, mortais, podemos, sem que nenhum obstáculo nos coarcte, mover-nos liberrimamente nos ilimitados campos do raciocínio ou da sensibilidade.

(Eça de Queiroz)

O apreço exterior pela arte é a sobrecasaca da inteligência.

(Eça de Queiroz)