“Trago Minas no peito. Minas me dói, demais, de ser como é. Dói tanto que morro de raiva. O diabo é que, quanto mais odeio, mais me comovo. Deve ser isso que me faz solene quando penso Minas. Mais ainda quando escrevo.”
“Nós mineiros nos ufanamos, contentes, de ser gente de altitude. Não somos não. Minas alterosas não tem nenhum morro maior do mundo. Sequer um pico de altura assinalável, tem. Temos é serranias demais. Elas nos cercam por todo lado, tapando horizontes, limitando o mundo e o povo.”