“Eu escrevo pra nada e pra ninguém. Se alguém me lê é por conta própria e auto-risco.” (Clarice Lispector)
“Amor será dar de presente um ao outro a própria solidão? Pois é a coisa mais última que se pode dar de si.”
(Clarice Lispector)
“Achei graça na história de seu contínuo dar meu nome à filha... Que tola ?heroína? eu sou! Enfim, o que vale é que é um nome normal. In: Minhas Queridas.”
“Até criar a verdade do que me aconteceu. Ah, será mais um grafismo que uma escrita, pois tento mais uma reprodução do que uma expressão.”
“Há alguma coisa aqui que me dá medo. Quando eu descobrir o que me assusta, saberei também o que amo aqui”
Filósofos da História