“E amor ela não chamava de amor, chamava de não-sei-o-quê.” (Clarice Lispector)
“Eu escrevo para fazer existir e para existir-me. Desde criança procuro o sopro da palavra que dá vida aos sussurros.”
(Clarice Lispector)
“Quantas coisas cabem em um olhar! É tão expressivo, é como falar.”
“E eu impávida finjo que não tenho dono. Pontas de cigarro apagadas eu recebo. Um dia vou pegar fogo.”
“Mas chegará o instante em que me darás a mão, não mais por solidão, mas como eu agora: por amor.”
Filósofos da História