“Tania, por favor, ensine a Marcia aquela frase assim: o... não vale nada.” (Clarice Lispector)
“Pois olhe declarou de repente uma velha fechando o jornal com decisão pois olhe, eu só lhe digo uma coisa: Deus sabe o que faz.”
(Clarice Lispector)
“Às vezes sentava-se na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo. Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com seu amante.”
“A crueza do mundo era tranquila. O assassinato era profundo. E a morte não era o que pensávamos.”
“Porque, quanto a mim, sinto de vez em quando que sou o personagem de alguém. É incômodo ser dois: eu para mim e eu para os outros.”
Filósofos da História