“Eu sou o antes, eu sou o quase, eu sou o nunca. E tudo isso ganhei ao deixar de te amar.” (Clarice Lispector)
“Meu Deus, como o amor impede a morte!”
(Clarice Lispector)
“Faz de conta que a vida dela não era um faz de conta.”
“Não é confortável o que te escrevo. Não faço confidências. Antes me metalizo. E não te sou e me sou confortável.”
“É preciso coragem. Uma coragem danada. Muita coragem é o que eu preciso. Sinto-me tão desamparada, preciso tanto de proteção... porque parece que sou portadora de uma coisa muito pesada. Sei lá porque escrevo! Que fatalidade é esta?”
Filósofos da História