“Quando uma pessoa é o próprio núcleo, ela não tem mais divergências. Então ela é a solenidade de si própria, e não tem mais medo de consumir-se ao ritual consumidor.”
“Não, não quero mais gostar de ninguém porque dói. Não suporto mais a morte de ninguém que me é caro. Meu mundo é feito de pessoas que são minhas ? e eu não posso perdê-las sem me perder.”