“Como um gato de dorso arrepiado, arrepio-me diante de mim” (Clarice Lispector)
“E morre-se, sem menos uma explicação. E o pior - vive-se, sem ao menos uma explicação.”
(Clarice Lispector)
“Posso ser de mel, e de veneno. Posso ser muito humana, e muito bicho também. Me morde e eu te como.”
“Precisava ser apenas - terra. E quanto a esta, todos a têm sob os pés. Era tão estranho sentir-se viver sobre uma coisa viva.”
“Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir. Não sou pretensiosa. Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando...”
Filósofos da História