“Minha consciência é inconsciente de si mesma, por isso eu me obedeço cegamente.” (Clarice Lispector)
“É preciso coragem. Uma coragem danada. Muita coragem é o que eu preciso. Sinto-me tão desamparada, preciso tanto de proteção... porque parece que sou portadora de uma coisa muito pesada. Sei lá porque escrevo! Que fatalidade é esta?”
(Clarice Lispector)
“...tudo o que não sou não pode me interessar, há a impossibilidade de ser além do que se é... (Perto do Coração Selvagem)”
“Eu me preparava para limpar coisas sujas, mas lidar com aquela ausência me desnorteava.”
“Já caí inúmeras vezes, achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais”
Filósofos da História