“Dar a cara à tapa! Ser louca, estranha, chata! Eu sou assim.” (Clarice Lispector)
“Escrever é tantas vezes lembrar-se do que nunca existiu.”
(Clarice Lispector)
“Ela se afasta fazendo uma trancinha nos cabelos escorridos. Nunca nunca nunca sim sim, canta baixinho. Aprendeu a trançar um dia desses. In: Coração Selvagem.”
“Meu deus, só agora me lembrei que a gente morre. mas - mas eu também?! não esquecer que por enquanto é tempo de morangos. sim.”
“Tudo acaba, mas o que te escrevo continua. O melhor está nas entrelinhas.”
Filósofos da História