“Ao povo nossas carícias Ao povo nossas carências Ao povo nossas delícias E nossas doenças” (Chico Buarque)
“Quero inventar o meu próprio pecado Quero morrer do meu próprio veneno.”
(Chico Buarque)
“Não se afobe, não Que nada é pra já O amor não tem pressa Ele pode esperar em silêncio Num fundo de armário Na posta-restante Milênios, milênios No ar”
“E qualquer coisa que eu recorde agora, vai doer. A memória é uma vasta ferida.”
“Hoje lembrando-me dela; Me vendo nos olhos dela; Sei que o que tinha de ser se deu; Porque era ela; Porque era eu”
Filósofos da História