“Arrisquei muita braçada; Na esperança de outro mar; Hoje sou carta marcada; Hoje sou jogo de azar” (Chico Buarque)
“Eu cultivo rosas e rimas, achando que é muito bom...”
(Chico Buarque)
“Vem, me dê a mão; A gente agora já não tinha medo; No tempo da maldade acho que a gente nem tinha nascido.”
“É preciso sempre desconfiar das coisas fáceis.”
“Seu homem foi-se embora Prometendo voltar já Mas as ondas não tem hora, morena De partir ou de voltar”
Filósofos da História