“Hoje na solidão ainda custo A entender como o amor foi tão injusto Pra quem só lhe foi dedicação” (Chico Buarque)
“Não se afobe, não Que nada é pra já O amor não tem pressa Ele pode esperar em silêncio Num fundo de armário Na posta-restante Milênios, milênios No ar”
(Chico Buarque)
“Então! Disfarçar minha dor Eu não consigo dizer: Somos sempre bons amigos É muita mentira para mim...”
“Não sei se você ainda é o mesmo Ou se cortou os cabelos Rasgou o que é meu Se ainda tem saudades.”
“Quem me vê sempre parado, distante Garante que eu não sei sambar Tou me guardando pra quando o carnaval chegar”
Filósofos da História