“Aquilo que entrava por baixo da porta de Lula não era chocolate, comissário Tarso Béria. Era lama que vinha das salas do lado de seus principais assessores. Não respingava, mas Lula se atolava nela. E... nem sentia?”
“Atacado, tenho a obrigação de dar uma resposta ao eleitor. Tenho que reagir, até pelo meu sangue, que vem do meu pai, de Catolé da Rocha (cidade da Paraíba). Um sangue escuro quase roxo...”