“A maior pena que eu tenho, punhal de prata, não é de me ver morrendo, mas de saber quem me mata.” (Cecília Meireles)
“Ainda que sendo tarde e em vão, perguntarei por que motivo tudo quando eu quis de mais vivo tinha por cima escrito: Não”
(Cecília Meireles)
“Entre mim e mim há vastidões bastantes para a navegação dos meus desejos afligidos”
“Quero ver-te à luz do dia para saber se é verdade o que a noite me dizia com tanta seguridade.”
“Saguim é um animalzinho assaz bonito: é mesmo o mais bonito de todos, pela selva; anda nas árvores, esconde-se, espia, foge depressa e há deles, na terra viçosa, número infinito.”
Filósofos da História