“Oh! por isso, Maria, vês me curvo
Na face do presente escuro e turvo
E interrogo o porvir;
Ou levantando a voz por sobre os montes,
'Liberdade' pergunto aos horizontes,
'Quando enfim hás de vir?'”
“Tem o povo - mar violento
Por armas - o pensamento,
A verdade por farol
E o homem, vaga que nasce
No oceano popular,
Tem que impelir os espíritos,
Tem uma plaga a buscar.”