“O silêncio, o que é o silêncio? perguntei ao mestre. - Uma floresta cheia de ruído.” (Casimiro de Brito)
“Próprio do amante é destruir quem ama, beber as águas novas que do corpo amado se levantam e deixar-se inundar por elas. Um concílio de duas destruições.”
(Casimiro de Brito)
“Um homem leva mais tempo a desaprender o que não faz falta do que a aprender o cisco da vida. Mas então o tempo já não conta.”
“Apenas a consciência da mortalidade pode conduzir à convivência da imortalidade, à aceitação desprendida do trânsito da matéria.”
“O amor é quase impossível. Terá de ser límpido, fecundo e desinteressado. De ambos os lados.”
Filósofos da História