Frase de Carlos Ruiz Zafón

Não existem línguas mortas mas cérebros letárgicos. in A Sombra do Vento
(Carlos Ruiz Zafón)

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Bea diz que a arte de ler está morrendo muito aos poucos, que é um ritual íntimo, que um livro é um espelho e só podemos encontrar nele o que carregamos dentro de nós, que colocamos nossa mente e alma na leitura, e que esses bens estão cada dia mais escassos.

(Carlos Ruiz Zafón)

Quando nos sentimos ameaçados, a inveja, a cobiça ou o ressentimento que nos movem se tornam santificados, pois nos convencemos de estar agindo em defesa própria...

(Carlos Ruiz Zafón)

Quando a razão é capaz de entender o ocorrido, as feridas no coração já são profundas demais.

(Carlos Ruiz Zafón)

No momento em que paramos a pensar se gostamos de alguém, já deixamos de gostar dessa pessoa para sempre...

(Carlos Ruiz Zafón)