“Te amo, porque te amo.” (Carlos Drummond de Andrade)
“Solidão não te mereço, pois que te consumo em vão. Sabendo-te embora o preço calco teu ouro no chão”
(Carlos Drummond de Andrade)
“E fala e ri e gesticula e grita. (teus olhos) entrava-nos alma adentro e via esta lama podre e com pesar nos fitava e com ira amaldiçoava e com doçura perdoava.”
“Não preciso de dez mandamentos para viver, me basta só um: não interferir na vida dos outros.”
“E o hábito de sofrer, que tanto me diverte, é doce herança itabirana.”
Filósofos da História