“E o hábito de sofrer, que tanto me diverte, é doce herança itabirana.” (Carlos Drummond de Andrade)
“Para a virtude da discrição, ou de modo geral qualquer virtude, aparecer em seu fulgor, é necessário que faltemos à sua prática.”
(Carlos Drummond de Andrade)
“É menor pecado elogiar um mau livro sem o ler, do que depois de o ter lido. Por isso, agradeço imediatamente depois de receber o volume. Não há vida literária plenamente virtuosa.”
“Onde estivestes de noite Que de manhã regressais com o ultramundo nas veias, entre flores abissais?”
“Minha poesia é cheia de imperfeições. Se eu fosse crítico, apontaria muitos defeitos. Não vou apontar. Deixo para os outros. Minha obra é pública.”
Filósofos da História