Frase de Carlos Drummond de Andrade

No mármore de tua bunda No mármore de tua bunda gravei o meu epitáfio. Agora que nos separamos, minha morte já não me pertence. Tu a levaste contigo.
(Carlos Drummond de Andrade)

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Noventa por cento de ferro nas calçadas, oitenta por cento de ferro nas almas.

(Carlos Drummond de Andrade)

DEZEMBRO Quem me acode à cabeça e ao coração neste fim de ano, entre alegria e dor? Que sonho, que mistério, que oração? Amor.

(Carlos Drummond de Andrade)

E fala e ri e gesticula e grita. (teus olhos) entrava-nos alma adentro e via esta lama podre e com pesar nos fitava e com ira amaldiçoava e com doçura perdoava.

(Carlos Drummond de Andrade)

Minha poesia é cheia de imperfeições. Se eu fosse crítico, apontaria muitos defeitos. Não vou apontar. Deixo para os outros. Minha obra é pública.

(Carlos Drummond de Andrade)