Frase de Carlos Drummond de Andrade

Que pode uma criatura senão, entre outras criaturas, amar? amar e esquecer, amar e malamar, amar, desamar, amar? sempre, e até de olhos vidrados, amar?
(Carlos Drummond de Andrade)

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Onde estivestes de noite Que de manhã regressais com o ultramundo nas veias, entre flores abissais?

(Carlos Drummond de Andrade)

Amor é dado de graça, é semeado no vento, na cachoeira, no eclipse. Amor foge a dicionários e a regulamentos vários.

(Carlos Drummond de Andrade)

O bonde passa cheio de pernas: pernas brancas pretas amarelas. Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração. Porém meus olhos não perguntam nada

(Carlos Drummond de Andrade)

Porque eu sou do tamanho daquilo que sinto, que vejo e que faço, não do tamanho que as pessoas me enxergam.

(Carlos Drummond de Andrade)