“O Capoeira - Qué apanhá sordado? - O quê? - Qué apanhá? Pernas e cabeças na calçada.”
Oswald de Andrade
“O Capoeira - Qué apanhá sordado? - O quê? - Qué apanhá? Pernas e cabeças na calçada.”
Oswald de Andrade
“A Poesia existe nos fatos.Os casebres de açafrão e de ocre nos verdes da Favela, sob o azul cabralino, são fatos estéticos. O Carnaval no Rio é o acontecimento religioso da raça. (Página 5, dois primeiros paragrafos).”
Oswald de Andrade
“Erro de português: Quando o português chegou debaixo duma bruta chuva vestiu o índio! Fosse uma manhã de sol o índio tinha despido o português.”
Oswald de Andrade
“Sempre enfezei em ser eu mesmo. Mau mas eu.”
Oswald de Andrade
“Aprendi com meu filho de dez anos
Que a poesia é a descoberta
Das coisas que eu nunca vi.”
Oswald de Andrade
“Como poucos, eu conheci as lutas e as tempestades. Como poucos, eu amei a palavra liberdade e por ela briguei.”
Oswald de Andrade
“Frei Vicente do Salvador ilustra pitorescamente a ganância metropolitana durante o nosso período colonial, quando diz que arrancando o que podiam do Brasil, os dominadores ensinavam os seus loiros a repetir :Papagaio Real !Para Portugal !Para Portugal !(Pg.33, primeiro paragrafo).”
Oswald de Andrade
“Toda a história bandeirante e a história comercial do Brasil.O lado doutor, o lado citações, o lado autores conhecidos. Comovente. Rui Barbosa: uma cartola na Senegâmbia; Tudo revertendo em riqueza.(Pg. 5, terceiro parágrafo).”
Oswald de Andrade
“Quando o português chegou Debaixo de uma bruta chuva Vestiu o índio Que pena! Fosse uma manhã de sol O índio tinha despido O português.”
Oswald de Andrade
“Vício da fala Para dizerem milho dizem mio Para melhor dizem mió Para pior pió Para telha dizem teia Para telhado dizem teiado E vão fazendo telhados.”
Oswald de Andrade