“Sempre era o que era e sempre será. Por que se fosse, foi necessário que antes de nascer nada ainda fosse. Mas se era nada, do nada não teria podido nascer nada de alguma maneira.”
Melisso de Samos
“Sempre era o que era e sempre será. Por que se fosse, foi necessário que antes de nascer nada ainda fosse. Mas se era nada, do nada não teria podido nascer nada de alguma maneira.”
Melisso de Samos
“Se aliás é infinito tem que ser um: porque se fossem dois, os dois não poderiam ser infinitos, mas um teve limite no outro.”
Melisso de Samos
“Mas enquanto é sempre, conseqüentemente deve também que seja sempre infinito em tamanho.”
Melisso de Samos
“Se não fosse um teve limite em outro.”
Melisso de Samos
“Se nada é, o que podia ser dito dele, como se fosse algo?.”
Melisso de Samos
“O que tem começo e fim, não é nenhum eterno nenhum infinito.”
Melisso de Samos
“Aliás o limite confinaria com o vazio.”
Melisso de Samos