“Não quero amar, Não quero ser amado. Não quero combater, Não quero ser soldado. ? Quero a delícia de poder sentir as coisas mais simples!”
Manuel Bandeira
“Não quero amar, Não quero ser amado. Não quero combater, Não quero ser soldado. ? Quero a delícia de poder sentir as coisas mais simples!”
Manuel Bandeira
“Eu gosto de delicadeza. Seja nos gestos, nas palavras, nas ações, no jeito de olhar, no dia-a-dia e até no que não é dito com palavras, mas fica no ar...”
Manuel Bandeira
“Quero a delicia de poder sentir as coisas mais simples”
Manuel Bandeira
“Irene no Céu Irene preta Irene boa Irene sempre de bom humor. Imagino Irene entrando no céu: - Licença, meu branco! E São Pedro bonachão: - Entra, Irene. Você não precisa pedir licença”
Manuel Bandeira
“Beijo pouco, falo menos ainda Mas invento palavras Que traduzem a ternura mais funda E mais cotidiana Inventei, por exemplo, o verbo teadorar Intransitivo: Teadoro, Teodora”
Manuel Bandeira
“A onda a onda anda aonde anda a onda? a onda ainda ainda onda ainda anda aonde? aonde? a onda a onda”
Manuel Bandeira
“Eu me amo porque se eu não me amar quem vai me amar?”
Manuel Bandeira
“Uns tomam éter, outros cocaína. Eu já tomei tristeza, hoje tomo alegria.”
Manuel Bandeira
“Amizade é como flores, não podemos deixar de regá-las, mas também não podemos regá-las muito.”
Manuel Bandeira
“Andorinha, andorinha lá fora esta cantando: -Passei o dia a-toa, a-toa. Andorinha minha canção é mais triste: -Passei a vida a-toa, a-toa.´´”
Manuel Bandeira
“Eunice meiga,Eunice linda...Que mais ainda? Eunice Veiga!”
Manuel Bandeira
“Duas vezes se morre: Primeiro na carne, depois no nome. Os nomes, embora mais resistentes do que a carne, rendem-se ao poder destruidor do tempo, como as lápides.”
Manuel Bandeira
“É tocante e vive, e me fez agora refletir que só é verdadeiramente vivo o que já sofreu.”
Manuel Bandeira
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