Há 85 frases de Florbela Espanca.

Se alguém disser que pode amar uma pessoa a vida inteira, é porque mente!

Florbela Espanca

Em tudo eu vejo sempre os antecedentes, as consequências, as razões e as causas: sou como as crianças que desmancham o brinquedo que as entretém só pelo prazer de saber o que está dentro. Apesar do meu tradicional horror às ciências positivas, eu tenho uma grande dose de positivismo e a ciência a que na vida ligo maior importância é a matemática.

Florbela Espanca

Quem me dera encontrar o verso puro, O verso altivo e forte, estranho e duro, Que dissesse a chorar isto que sinto!

Florbela Espanca

Quero voltar! Não sei por onde vim? Ah! Não ser mais que a sombra duma sombra Por entre tanta sombra igual a mim!

Florbela Espanca

Há uma primavera em cada vida

Florbela Espanca

...Quem nos deu asas para andar de rastos? Quem nos deu olhos para ver os astros Sem nos dar braços para os alcançar?!...

Florbela Espanca

Os livros - é o remédio que eu sempre receito e quase sempre dá um resultado razoável. Ponho em jogo o egoísmo humano, e lembro-me de que sempre há-de consolar a nossa dor o espectáculo da dor dos outros...

Florbela Espanca

É sempre difícil conhecer-se a literatura dum país de que se não sabe a língua.

Florbela Espanca

Sonho que sou Alguém cá neste mundo... Aquela de saber vasto e profundo, Aos pés de quem a Terra anda curvada!

Florbela Espanca

Diz-me, por que não nasci igual aos outros, sem dúvidas, sem desejos de impossível?

Florbela Espanca

Ai as almas dos poetas

Florbela Espanca

Para quê alcançar os astros!? Para quê!? Para os desfolhar, por exemplo, como grandes flores de luz! Vê-los, vê-os toda a gente. De que serve então ser poeta se se é igual à outra gente toda, ao rebanho?...

Florbela Espanca

Não costumo acreditar muito nos sonhos... porque de todos se acorda.

Florbela Espanca

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Florbela Espanca

Florbela Espanca

Biografia: Florbela Espanca, batizada como Flor Bela de Alma da Conceição Espanca, foi uma poetisa portuguesa. A sua vida, de apenas trinta e seis anos, foi plena, embora tumultuosa, inquieta e cheia de sofrimentos íntimos que a autora soube transformar em poesia da mais alta qualidade, carregada de erotização, feminilidade e panteísmo.

Nascimento: 8 de Dezembro de 1894

Morte: 8 de Dezembro de 1930