Há 142 frases de Eça de Queiroz.

A curiosidade, instinto de complexidade infinita, leva por um lado a escutar atrás das portas e por outro a descobrir a América.

Eça de Queiroz

No terreno do dinheiro vence sempre quem tem mais dinheiro.

Eça de Queiroz

Nos amores deste mundo, desde Eva, há sempre «um que ama e outro que se deixa amar».

Eça de Queiroz

O meu espírito crítico é grosso, só apanha as coisas de enorme relevo.

Eça de Queiroz

O apreço exterior pela arte é a sobrecasaca da inteligência. Quem se quererá apresentar diante dos seus amigos com uma inteligência nua?

Eça de Queiroz

O melhor espectáculo para o homem - será sempre o próprio homem.

Eça de Queiroz

O Brasileiro é o Português - dilatado pelo calor.

Eça de Queiroz

As obras de arte devem falar «por si mesmas», explicar-se «por si mesmas», sem terem necessidade de pôr ao lado um cicerone. Acompanhar um livro de versos de crítica «já feita» é querer impor um guia à emoção do leitor. O leitor detesta isso.

Eça de Queiroz

Eu não sou um moralista: sou um artista; o artista é um ser nefasto - que não é responsável pelas suas fantasias, nem pelas suas vinganças.

Eça de Queiroz

A agricultura aqui (em Portugal) é a arte de assistir impassível ao trabalho da natureza.

Eça de Queiroz

A ciência realmente só tem alcançado tornar mais intensa e forte uma certeza: - a velha certeza socrática da nossa irreparável ignorância. De cada vez sabemos mais - que não sabemos nada.

Eça de Queiroz

Logo que na ordem económica não haja um balanço exacto de forças, de produção, de salários, de trabalhos, de benefícios, de impostos, haverá uma aristocracia financeira, que cresce, reluz, engorda, incha, e ao mesmo tempo uma democracia de produtores que emagrece, definha e dissipa-se nos proletariados.

Eça de Queiroz

Quem melhor do que eu sabe, que o coração, depois de despertar, tem hesitações e tem enganos - até que se fixa?

Eça de Queiroz

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Eça de Queiroz

Eça de Queiroz

Biografia: José Maria de Eça de Queirós é um dos mais importantes escritores lusos. Foi autor, entre outros romances de reconhecida importância, de Os Maias e O crime do Padre Amaro; este último é considerado por muitos o melhor romance realista português do século XIX.

Nascimento: 25 de Novembro de 1845

Morte: 16 de Agosto de 1900