“Não se pode dar uma prova de existência do que é mais verdadeiro, o jeito é acreditar. Acreditar chorando.”
Clarice Lispector
“Não se pode dar uma prova de existência do que é mais verdadeiro, o jeito é acreditar. Acreditar chorando.”
Clarice Lispector
“Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar.”
Clarice Lispector
“Tenho uma paz profunda, somente porque ela é profunda e não pode ser sequer atingida por mim mesmo; se fosse alcançável por mim, eu não teria um minuto de paz.”
Clarice Lispector
“Esse primeiro calor ainda fresco traz: tudo. Apenas isso, e indiviso: tudo. E tudo é muito para um coração de repente enfraquecido que só suporta o menos, só pode querer o pouco e aos poucos.”
Clarice Lispector
“Fotografia é o retrato de um côncavo, de uma falta, de uma ausência.”
Clarice Lispector
“Já caí inúmeras vezes, achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais”
Clarice Lispector
“Eu me sinto culpado quando não vos obedeço. Sou feliz na hora errada. Infeliz quando todos dançam.”
Clarice Lispector
“Morri de muitas mortes e mantê-las-ei em segredo até que a morte do meu corpo venha, e alguém, adivinhando, diga: esta, esta viveu.”
Clarice Lispector
“Laranja na mesa. Bendita a árvore que te pariu. (Amor à Terra)”
Clarice Lispector
“É assim então o teu segredo. Teu segredo é tão parecido comigo que nada me revela além do que já sei. E sei tão pouco como se o teu enigma fosse eu. Assim como tu és o meu.”
Clarice Lispector
“Algo está sempre por acontecer. O imprevisto me fascina.”
Clarice Lispector
“Olhe, tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras. Sou irritável e firo facilmente. Também sou muito calmo e perdoo logo. Não esqueço nunca. Mas há poucas coisas de que eu me lembre.”
Clarice Lispector
“Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra - a entrelinha - morde a isca, alguma coisa se escreveu.”
Clarice Lispector
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