Há 50 frases de Charles Dickens.

“Ouvimos sempre dizer que as pessoas más são incapazes de nos encarar firmemente. Não há maior tolice. A desonestidade encarará fria e firmemente a própria honestidade, em plena luz do dia, sempre que houver algum proveito a tirar.”

Charles Dickens

“A dor de partir não é nada em comparação com a alegria do reencontro.”

Charles Dickens

“O Natal é um tempo de benevolência, perdão, generosidade e alegria. A única época que conheço, no calendário do ano, em que homens e mulheres parecem, de comum acordo, abrir livremente seus corações.”

Charles Dickens

“A amizade da mulher para com o homem é um beco sem saída, para o qual a empurrou o engano no amor.”

Charles Dickens

“As coisas mais bonitas do mundo são sombras.”

Charles Dickens

“Cada fracasso ensina ao homem algo que necessitava aprender.”

Charles Dickens

“O moralista é como um sinal de trânsito que indica para onde se pode ir para uma cidade, mas não vai.”

Charles Dickens

“Qualquer pessoa é capaz de ficar alegre e de bom humor quando está bem vestido.”

Charles Dickens

“Feliz, feliz Natal, que nos traz de volta as ilusões da infância, recorda ao idoso os prazeres da juventude e transporta o viajante de volta à própria lareira e à tranqüilidade do seu lar.”

Charles Dickens

“Eu sempre pensei em Natal como um tempo bom; um bem, perdão, generosidade, época agradável; uma época em que os homens e mulheres parecem abrir os corações deles
delas espontaneamente, e assim eu digo, Deus abençoe o Natal!”

Charles Dickens

“O coração humano é um instrumento de muitas cordas. O perfeito conhecedor dos homens sabe fazê-las vibrar todas, como um bom músico.”

Charles Dickens

“Uma mudança de atitude pode fazer-nos cometer grandes erros em qualquer momento.”

Charles Dickens

“Só peço para ser livre. As borboletas são livres.”

Charles Dickens

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Charles Dickens

Charles Dickens

Biografia: Charles John Huffam Dickens, que também adoptou o pseudónimo Boz no início da sua atividade literária, foi o mais popular dos romancistas ingleses da era vitoriana. A fama dos seus romances e contos, tanto durante a sua vida como depois, até aos dias de hoje, só aumentou.

Nascimento: 7 de Fevereiro de 1812

Morte: 9 de Junho de 1870