“Basta! ... Eu sei que a mocidade
É o Moisés no Sinai;
Das mãos do eterno recebe
As tábuas da lei! Marchai!
Quem cai na luta com glória.
Tomba nos braços da história,
No Coração do Brasil.”
Castro Alves
“Basta! ... Eu sei que a mocidade
É o Moisés no Sinai;
Das mãos do eterno recebe
As tábuas da lei! Marchai!
Quem cai na luta com glória.
Tomba nos braços da história,
No Coração do Brasil.”
Castro Alves
“E o povo é como a barca em plenas vagas,
A tirania é o tremedal das plagas,
O porvir - a amplidão.
Homens! Esta lufada que rebenta
É o furor da mais lôbrega tormenta
Ruge a revolução.”
Castro Alves
“Não sabes, criança? Estou louco de amores...”
Castro Alves
“Ó pátria desperta
Não curves a fronte
Que enxuga-te os prantos o Sol do Equador.
Não miras na fímbria do vasto horizonte
A luz da alvorada de um dia melhor.”
Castro Alves
“Não calqueis o povo-rei!
Que este mar d'almas e peitos,
Com vagas de seus direitos,
Virá partir-vos a lei.”
Castro Alves
“Senhor, não deixes que se manche a tela,
Onde traçaste a criação mais bela
De tua inspiração.
O sol de tua glória foi toldado
Teu poema da América manchado.
Manchou-o a escravidão.”
Castro Alves
“O livro - esse audaz guerreiro
que conquista o mundo inteiro
sem nunca ter Waterloo...”
Castro Alves
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