“Era o relampejar da liberdade
Nas nuvens do chorar da humanidade,
Ou sarça do Sinai,
Relâmpagos que ferem de desmaios
Revoluções, vós deles sois os raios
Escravos, esperai!”
Castro Alves
“Era o relampejar da liberdade
Nas nuvens do chorar da humanidade,
Ou sarça do Sinai,
Relâmpagos que ferem de desmaios
Revoluções, vós deles sois os raios
Escravos, esperai!”
Castro Alves
“Ó pátria desperta
Não curves a fronte
Que enxuga-te os prantos o Sol do Equador.
Não miras na fímbria do vasto horizonte
A luz da alvorada de um dia melhor.”
Castro Alves
“A praça, a praça é do Povo!
Como o céu é do Condor!
É antro onde a liberdade
Cria a águia ao seu calor!”
Castro Alves
“Não sabes, criança? Estou louco de amores...”
Castro Alves
“O livro - esse audaz guerreiro
que conquista o mundo inteiro
sem nunca ter Waterloo...”
Castro Alves
“Não calqueis o povo-rei!
Que este mar d'almas e peitos,
Com vagas de seus direitos,
Virá partir-vos a lei.”
Castro Alves
“Senhor, não deixes que se manche a tela,
Onde traçaste a criação mais bela
De tua inspiração.
O sol de tua glória foi toldado
Teu poema da América manchado.
Manchou-o a escravidão.”
Castro Alves
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