Há 356 frases de Schopenhauer.

A solidão é o destino de todos os espíritos eminentes.

Schopenhauer

O sono é para o indivíduo o mesmo que dar corda ao relógio.

Schopenhauer

O saber humano se espalha para todos os lados, a perder de vista, de modo que nenhum indivíduo pode saber sequer a milésima parte daquilo que é digno de ser sabido.

Schopenhauer

O valor que atribuímos à opinião dos outros, e a nossa preocupação constante em relação a ela, ultrapassam, via de regra, quase toda a expectativa racional, de modo que tal preocupação pode ser considerada como um tipo de mania difundida universalmente, ou antes, inata.

Schopenhauer

Toda a limitação, até mesmo a intelectual, é favorável à nossa felicidade. Pois quanto menos estímulo para a vontade, tanto menos sofrimento.

Schopenhauer

O que, em última instância, importa para o nosso bem-estar é aquilo que preenche e ocupa a consciência. No geral, toda a ocupação puramente intelectual proporcionará, ao espírito capaz de executá-la, muito mais do que a vida real com as suas alternâncias constantes entre sucesso e fracasso, acompanhados de abalos e tormentos.

Schopenhauer

Assim como a necessidade reúne os homens espontaneamente, o tédio faz o mesmo depois que ela é removida.

Schopenhauer

Os reis deixaram aqui suas coroas e cetros; os heróis, suas armas. Mas os grandes espíritos, cuja glória estava neles e não em coisas externas, levaram com eles sua grandeza.

Schopenhauer

Arquitetura é música congelada.

Schopenhauer

Um insulto supera qualquer argumento.

Schopenhauer

A beleza é uma carta aberta de recomendação que nos predispõe bem o coração antecipadamente.

Schopenhauer

Aquele que quer ser tudo não pode ser nada.

Schopenhauer

A fortuna da qual dispomos deve ser considerada como um muro protector contra os muitos possíveis males e acidentes, não como uma permissão ou, menos ainda, como uma obrigação de sair à procura dos prazeres do mundo.

Schopenhauer

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Schopenhauer

Schopenhauer

Biografia: Arthur Schopenhauer foi um filósofo alemão do século XIX. Ele é mais conhecido pela sua obra principal "O mundo como vontade e representação", em que ele caracteriza o mundo fenomenal como o produto de uma cega, insaciável e maligna vontade metafísica.

Nascimento: 22 de Fevereiro de 1788

Morte: 21 de Setembro de 1860