Há 189 frases de Montaigne.

“À proporção que o homem exterior se destrói, o homem interior se renova.”

Montaigne

“Meditar sobre a morte é meditar sobre a liberdade; quem aprendeu a morrer, desaprendeu de servir; nenhum mal atingirá quem na existência compreendeu que a privação da vida não é um mal; saber morrer nos exime de toda sujeição e coação.”

Montaigne

“Não deves contar ao teu amigo que foste chifrado. Mesmo que não se ria de ti pode aproveitar a informação.”

Montaigne

“É inexplicável quanto me servem os livros para viver: são o melhor alimento que tenho encontrado nesta viagem da vida humana. Com bons livros, o enfermo não deve queixar-se, pois tem a cura ao alcance da mão.”

Montaigne

“A felicidade está em usufruir e não apenas em possuir.”

Montaigne

“Mesmo quando não devo seguir o caminho reto porque é reto, opto por segui-lo porque descobri por experiência própria que, quando tudo é dito e feito, em geral é o caminho mais feliz e mais útil.”

Montaigne

“Mesmo no mais alto trono do mundo estamos sempre sentados sobre o nosso rabo.”

Montaigne

“Para os cristãos, encontrar algo inacreditável é uma bela ocasião para acreditar.”

Montaigne

“Eu entendo que os prazeres devem ser evitados se as dores forem a grande conseqüência, mas se as dores forem cobiçadas, elas terminarão em prazeres mais grandes.”

Montaigne

“Só os loucos têm certeza e não mudam de opinião”

Montaigne

“Aquele que fundamenta seu argumento no escândalo e na briga mostra que sua razão é fraca.”

Montaigne

“Nada há de mais belo e legítimo do que o homem fazer o bem e como deve ser, nem ciência tão difícil do que saber viver esta vida bem e naturalmente; e, de todas as nossas doenças, a mais terrível é desprezar o próprio ser.”

Montaigne

“De todas as enfermidades que acometem o espírito, o ciúme é aquela a qual tudo serve de alimento e nada serve de remédio.”

Montaigne

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Montaigne

Montaigne

Biografia: Michel Eyquem de Montaigne foi um escritor e ensaista francês, considerado por muitos como o inventor do ensaio pessoal. Nas suas obras e, mais especificamente nos seus Ensaios, analisou as instituições, as opiniões e os costumes, debruçando-se sobre os dogmas da sua época e tomando a generalidade da humanidade como objecto de estudo. É considerado um céptico e humanista.

Nascimento: 28 de Fevereiro de 1533

Morte: 13 de Setembro de 1592