Há 220 frases de Machado de Assis.

“O mais feroz dos animais domésticos é o relógio de parede. Conheço um que já devorou três gerações da minha família.”

Machado de Assis

“A arte de viver consiste em tirar o maior bem do maior mal”

Machado de Assis

“E nossos olhos transmitiam coisas indizíveis e infinitas, que nossas bocas não podiam falar.”

Machado de Assis

“Que importa o tempo? Há amigos de oito dias e indiferentes de oito anos.”

Machado de Assis

“É melhor, muito melhor, contentar-se com a realidade; se ela não é tão brilhante como os sonhos, tem pelo menos a vantagem de existir.”

Machado de Assis

“Gosto dos epitáfios; eles são, entre a gente civilizada, uma expressão daquele pio e secreto egoísmo que induz o homem a arrancar à morte um farrapo ao menos da sombra que passou.”

Machado de Assis

“Convêm que os homens digam o que não sabem e, por ofício, o inverso do que sabem. Assim se forma esta outra incurável: a esperança.”

Machado de Assis

“Se entendeste bem, facilmente compreenderás que a inveja não é senão uma admiração que luta, e sendo a luta a grande função do género humano, todos os sentimentos belicosos são os mais adequados à sua felicidade.”

Machado de Assis

“Cada estação da vida é uma edição, que corrige a anterior, e que será corrigida também, até a edição definitiva, que o editor dá de graça aos vermes.”

Machado de Assis

“Era homem como os outros; outros Aquiles andam por aí que são da cabeça aos pés um imenso calcanhar.”

Machado de Assis

“Pensamentos valem e vivem pela observação exata ou nova, pela reflexão aguda ou profunda; não menos querem a originalidade, a simplicidade e a graça do dizer.”

Machado de Assis

“Não se deliberam sentimentos; ama-se ou aborrece-se, conforme o coração quer.”

Machado de Assis

“Ninguém faz mal a um homem no mesmo instante em que vai pedir-lhe um favor.”

Machado de Assis

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Machado de Assis

Machado de Assis

Biografia: Joaquim Maria Machado de Assis foi um escritor brasileiro, amplamente considerado como o maior nome da literatura nacional. Escreveu em praticamente todos os gêneros literários, sendo poeta, romancista, cronista, dramaturgo, contista, folhetinista, jornalista, e crítico literário.

Nascimento: 21 de Junho de 1839

Morte: 29 de Setembro de 1908