Há 98 frases de Machado de Assis.

Sentenças latinas, ditos históricos, versos célebres, brocardos jurídicos, máximas, é de bom aviso trazê-los contigo para os discursos de sobremesa, de felicitação ou de agradecimento.

Machado de Assis

A melhor definição de amor não vale um beijo de moça namorada.

Machado de Assis

As pessoas valem o que vale a afeição da gente. E, é daí que mestre povo tirou aquele adágio que, quem o feio ama bonito lhe parece.

Machado de Assis

Não é amigo aquele que alardeia a amizade: é traficante; a amizade sente-se, não se diz.

Machado de Assis

Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar.

Machado de Assis

Os olhos continuaram a dizer coisas infinitas. As palavras de boca é que nem tentavam sair, e tornavam ao coração caladas como vinham...

Machado de Assis

A donzela casta e sincera que supunha vir encontrar desaparecia para dar lugar a uma mulher de coração pérfido e vulgar espírito.

Machado de Assis

Esta é a grande vantagem da morte, que, se não deixa boca para rir, também não deixa olhos para chorar...

Machado de Assis

O dinheiro não traz felicidade - para quem não sabe o que fazer com ele.

Machado de Assis

Retórica dos namorados, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra da dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram. Olhos de ressaca? Vá, de ressaca.

Machado de Assis

Naturalmente era gosto do tempo meter sabor clássico a figuras antigas...

Machado de Assis

O acaso... é um Deus e um diabo ao mesmo tempo.

Machado de Assis

Não há decepções possíveis para um viajante, que apenas vê de passagem o lado belo da natureza humana e não ganha tempo de conhecer-lhe o lado feio.

Machado de Assis

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Machado de Assis

Machado de Assis

Biografia: Joaquim Maria Machado de Assis foi um escritor brasileiro, amplamente considerado como o maior nome da literatura nacional. Escreveu em praticamente todos os gêneros literários, sendo poeta, romancista, cronista, dramaturgo, contista, folhetinista, jornalista, e crítico literário.

Nascimento: 21 de Junho de 1839

Morte: 29 de Setembro de 1908