Há 30 frases de Joaquim Nabuco.

Parece pretensioso o uso do «eu»; no entanto a forma pessoal é a única que exclui toda a pretensão. Quem a emprega traduz impressões recebidas, não emite sentenças, mas quem se veda o uso do «eu», constitui-se forçosamente num oráculo.

Joaquim Nabuco

O pensamento, apesar de tudo, é uma esterilização. Não há perigo de que ele venha, algum dia, a triunfar sobre a natureza, que é a vida.

Joaquim Nabuco

A profissão de escritor merece toda a piedade. Escrever para ganhar o pão, escrever para viver, é deformar o talento.

Joaquim Nabuco

Privar um poeta de sua língua é roubar-lhe a metade da alma.

Joaquim Nabuco

A questão de iniciativa tem aliás tem um interesses todo secundário, sobretudo quando a ideia está no ar e o espírito do tempo a agita por toda a parte.

Joaquim Nabuco

São numerosos os que não têm religião, mas, por não existir entre eles nenhum laço interior, permanecem lado a lado, e, no entanto, isolados. Falta-lhes a unidade do destino.

Joaquim Nabuco

Não há fealdade na natureza. Ela só existe nos nossos olhos.

Joaquim Nabuco

Querer fundar uma religião é o mesmo que querer criar uma língua universal.

Joaquim Nabuco

Vejo muitas consolações para os infelizes; para os felizes nunca as encontrei.

Joaquim Nabuco

Todo o autor, nascendo uma geração mais tarde, repudiaria a sua obra; não há um que, ao envelhecer, não acredite ter progredido sobre a sua mocidade.

Joaquim Nabuco

Há máquinas de felicidade dispendiosas, que funcionam com enorme desperdício, e há outras econômicas, que, com as migalhas da sorte, criam alegria para uma existência inteira.

Joaquim Nabuco

As almas mais ricas e com mais vida são as que contêm mais destroços de coisas mortas, e não aquelas em que há mais germes de coisas por vir.

Joaquim Nabuco

A consciência é o último ramo da alma que floresce; só dá frutos tardios.

Joaquim Nabuco

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Joaquim Nabuco

Joaquim Nabuco

Biografia: Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo foi um político, diplomata, historiador, jurista e jornalista brasileiro formado pela Faculdade de Direito do Recife. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras.

Nascimento: 19 de Agosto de 1849

Morte: 17 de Janeiro de 1910