Há 242 frases de Honoré de Balzac.

Seja no que for, só se recebe na medida do que se dá.

Honoré de Balzac

Nunca devemos julgar as pessoas que amamos. O amor que não é cego, não é amor.

Honoré de Balzac

Era uma daquelas existências anônimas, entomológicas, como existem em certo imóveis, onde se fica sabendo, no fim de quatro anos, que existe um velho senhor no quarto andar que conheceu Voltaire, Pilastre de Rosier, Beaujou, Marcel, Mole, Sophie Arnould, Franklin e Robespierre.

Honoré de Balzac

O infortúnio é um degrau para o gênio, uma piscina para o cristão, um tesouro para o homem hábil e um abismo para o fraco.

Honoré de Balzac

O pensamento, único tesouro que Deus põe fora do alcance de todo o poder e guarda como um elo secreto entre os infelizes e Ele próprio.

Honoré de Balzac

Falar de amor é fazer amor.

Honoré de Balzac

A razão é sempre mesquinha quando se coloca ao lado do verdadeiro sentimento.

Honoré de Balzac

Há, em certas cidades de província, casas cuja vista inspira uma melancolia igual à que provocam os claustros mais sombrios, as charnecas mais desoladas ou as ruínas mais tristes.

Honoré de Balzac

O amor é a única paixão que não admite nem passado nem futuro.

Honoré de Balzac

A igualdade pode ser um direito, mas não há poder sobre a Terra capaz de a tornar um facto.

Honoré de Balzac

É mais fácil ser-se amante que marido, pela simples razão de que é mais difícil ter espírito todos os dias do que dizer coisas bonitas de quando em quando.

Honoré de Balzac

O ódio tem melhor memória do que o amor.

Honoré de Balzac

A mulher é o ser mais perfeito entre as criaturas; é uma criação transitória entre o homem e o anjo.

Honoré de Balzac

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Honoré de Balzac

Honoré de Balzac

Biografia: Honoré de Balzac foi um prolífico escritor francês, notável por suas agudas observações psicológicas. É considerado o fundador do Realismo na literatura moderna. Sua magnum opus, A Comédia Humana, consiste de 95 romances, novelas e contos, que procuram retratar todos os níveis da sociedade francesa da época, em particular a florescente burguesia após a queda de Napoleão Bonaparte em 1815.

Nascimento: 20 de Maio de 1799

Morte: 18 de Agosto de 1850