Há 36 frases de François Fénelon.

“Todas as guerras são civis, porque é sempre homem contra homem, que espalha o seu próprio sangue”

François Fénelon

“As façanhas enchem o coração de presunção perigosa; os erros obrigam o homem a recolher-se em si mesmo e devolvem-lhe aquela prudência de que os sucessos o privaram.”

François Fénelon

“Todos os homens procuram a paz da alma, mas não a procuram onde ela existe.”

François Fénelon

“Antes de buscarmos o perigo, torna-se indispensável prevê-lo e temê-lo; mas, quando estamos metidos nele, só nos resta desprezá-lo.”

François Fénelon

“Os homens sinceros e virtuosos, que nunca mudam de carácter e se submetem aos preceitos da virtude, nunca saberão agradar tão facilmente aos príncipes com aqueles que lhes lisonjeiam as paixões dominantes.”

François Fénelon

“A avareza e a ambição mostram-se mais descontentes do que não têm, do que satisfeitas com o que possuem.”

François Fénelon

“As guerras devem ser justas; mais ainda: devem ser necessárias para o bem público. O sangue do povo tão-somente deve derramar-se para o sal­var nas necessidades extremas.”

François Fénelon

“Em todas as idades, o exemplo pode muitíssimo connosco; na infância, então, é omnipotente.”

François Fénelon

“Desejar o impossível é doença da alma.”

François Fénelon

“O mais livre de todos os homens é aquele que consegue ser livre na própria escravidão.”

François Fénelon

“Reservando ao pintor a tarefa severa e controlável de começar os quadros, atribuímos ao espectador o papel vantajoso, cómodo e cómico de os acabar pela sua meditação ou pelo seu sonho.”

François Fénelon

“Nenhum poder humano consegue forçar o impenetrável reduto da liberdade de um coração.”

François Fénelon

“Todas as guerras são civis, pois é sempre homem contra o homem que derrama seu próprio sangue, rasgando suas próprias entranhas.”

François Fénelon

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François Fénelon

François Fénelon

Biografia: François Fénelon, pseudônimo de François de Salignac de La Mothe-Fénelon, foi um teólogo católico apostólico romano, poeta e escritor francês, cujas ideias liberais sobre política e educação, esbarravam contra o statu quo da Igreja e do Estado dessa época. Pertenceu à Academia Francesa de Letras.

Nascimento: 6 de Agosto de 1651

Morte: 7 de Fevereiro de 1715