“A liberdade é a possibilidade do isolamento. Se te é impossível viver só, nasceste escravo.”
Fernando Pessoa
“A liberdade é a possibilidade do isolamento. Se te é impossível viver só, nasceste escravo.”
Fernando Pessoa
“O catolicismo é uma religião da panaceia, como o ateísmo ou o livre pensamento é uma ilusão da farmácia.”
Fernando Pessoa
“A delicadeza deve concluir-se, e não ver-se. (...) A grosseria só começa quando começa a delicadeza; e o impudor desde que o pudor exista.”
Fernando Pessoa
“Não haja medo que a sociedade se desmorone sob um excesso, de altruísmo. Não há perigo desse excesso.”
Fernando Pessoa
“De sonhar ninguém se cansa, porque sonhar é esquecer, e esquecer não pesa e é um sono sem sonhos em que estamos despertos.”
Fernando Pessoa
“Fiel à palavra dada e à ideia tida.
Tudo o mais é com Deus!”
Fernando Pessoa
“Eu não sei senão amar-te, Nasci para te querer. Ó quem me dera beijar-te, E beijar-te até morrer.”
Fernando Pessoa
“Os meus sonhos são um refúgio estúpido, como um guarda chuva contra um raio. Sou tão inerte, tão pobrezinho, tão falho de gestos e atos. Por mais que por mim me embrenhe, todos os atalhos do meu sonho vão dar a clareiras de angústia.”
Fernando Pessoa
“Nasci sujeito como os outros a erros e a defeitos, Mas nunca ao erro de querer compreender só com a inteligência, Nunca ao defeito de exigir do Mundo Que fosse qualquer cousa que não fosse o Mundo.”
Fernando Pessoa
“Os espíritos altamente analíticos vêem quase que só defeitos: quanto mais forte a lente mais imperfeita se mostra a cousa observada. O detalhe é sempre mau.”
Fernando Pessoa
“Cada um de nós é um grão de pó que o vento da vida levanta, e depois deixa cair. ”
Fernando Pessoa
“Se um homem criar o hábito de se julgar inteligente, não obterá com isso, é certo, um grau de inteligência que não tem; mas fará mais da inteligência que tem do que se julgar estúpido.”
Fernando Pessoa
“Para vencer - material ou imaterialmente - três coisas definíveis são precisas: saber trabalhar, aproveitar oportunidades, e criar relações. O resto pertence ao elemento indefinível, mas real, a que, à falta de melhor nome, se chama sorte.”
Fernando Pessoa
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