Há 110 frases de Epicuro.

“A morte nada é para nós, pois aquilo que já foi dissolvido não possui mais sentimentos. Aquilo, porém, que não possui mais sentimentos, não nos importa.”

Epicuro

“Dentre os desejos, alguns são dependentes da natureza e necessários; outros são dependentes da natureza, porém não necessários; outros, ainda, nem são dependentes da natureza nem necessários, mas oriundos duma vã ilusão.”

Epicuro

“Os grandes navegadores devem sua reputação às grandes tormentas e tempestades.”

Epicuro

“As enfermidades duradouras proporcionam à carne mais prazer que dor.”

Epicuro

“Um homem é rico em proporção às coisas que pode dispensar.”

Epicuro

“É sem valor pedir aos deuses aquilo que nós mesmos podemos realizar.”

Epicuro

“Quem exige ajuda constante e, do mesmo modo, quem nunca a presta, não é amigo. O primeiro quer comprar o nosso esforço com o seu afeto; o segundo nos rouba, para todo o futuro, a esperança consoladora.”

Epicuro

“Devemos indagar por ocasião de todos os desejos: o que há de acontecer quando o meu apetite for satisfeito, e o que acontecerá se ele não o for?”

Epicuro

“É tolo pedir aos deuses o que se pode conseguir sozinho.”

Epicuro

“Se aquilo que ocasiona prazer aos libertos eliminasse os receios do espírito, dos fenômenos da natureza, da morte e das dores, e se ainda ensinasse o conhecimento da limitação das ânsias, nada teríamos a desaprovar nessas pessoas.”

Epicuro

“Entre os homens, na maioria dos casos, a inatividade significa torpor, e a atividade, loucura.”

Epicuro

“Verdade é que o homem sensato não evita o prazer, e quando finalmente as circunstâncias o obrigam a deixar a vida, ele não se comporta como se esta ainda lhe devesse algo para a suprema existência.”

Epicuro

“Não provamos nosso sentimento ao amigo compartilhando as suas lamentações, mas sim com a nossa ajuda ativa.”

Epicuro

Página 6 de 9 resultados

Epicuro

Epicuro

Biografia: Epicuro de Samos foi um filósofo grego do período helenístico. Seu pensamento foi muito difundido e numerosos centros epicuristas se desenvolveram na Jônia, no Egito e, a partir do século I, em Roma, onde Lucrécio foi seu maior divulgador.